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Administradoras de casas: nova profissão para a classe média alta americana

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Administradoras de casas: nova profissão para a classe média alta americana

Nova profissão surge entre a elite americana

Na América do Norte, uma nova tendência está ganhando força entre a classe média e alta. Administradoras de casas estão sendo contratadas por famílias para gerenciar suas residências como se fossem empresas. Esses profissionais não são apenas faxineiras ou organizadoras — eles combinam habilidades de gestão, limpeza e planejamento em uma única função.

O dia a dia da administradora

Kim House, uma dessas profissionais, descreve sua rotina como uma combinação de tarefas operacionais e domésticas. Ela aduba figueiras, organiza armários, arruma a garagem, cozinha e até leva sapatos para alargar. Atualmente, ela trabalha com nove famílias na região metropolitana de Atlanta e cobra US$ 60 por hora.

O crescimento do mercado

A demanda por esse tipo de profissional está crescendo rapidamente. A Town + Country, uma agência especializada em recrutamento doméstico, registrou um aumento de 64% nos pedidos por administradoras de casas até o momento deste ano, em comparação com 2025. Já a Grapevine, outra empresa especializada, viu a demanda quase dobrar desde o ano passado.

O que isso significa para os leitores brasileiros?

Embora essa tendência seja específica do mercado norte-americano, ela reflete uma realidade global: com o aumento da renda e do ritmo de vida nas grandes cidades, mais pessoas estão buscando soluções para manter a ordem em casa. No Brasil, o crescimento de profissões como babás, empregadas domésticas especializadas e até serviços de limpeza por hora está seguindo uma trajetória semelhante.

Como isso afeta o seu bolso?

Se você vive em uma cidade grande e tem renda suficiente para contratar um profissional especializado, esse tipo de serviço pode ser visto como uma forma de “investimento” na qualidade de vida. No entanto, é importante lembrar que essa modalidade de emprego ainda não está disponível no Brasil com a mesma intensidade e estrutura que nos EUA.

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