O Bradesco anunciou o término do segundo período de subscrição para seu aumento de capital. Na segunda etapa, foram vendidos 48,7 milhões de ações ordinárias (ON) e 137,6 milhões de ações preferenciais (PN). Com os preços de R$ 15,43 por ON e R$ 17,64 por PN, o banco arrecadou um total de R$ 3,179 bilhões. Na primeira etapa, foram levantados R$ 6,541 bilhões, totalizando R$ 9,720 bilhões no aumento de capital.
As acionistas controladoras do Bradesco, holdings Cidade de Deus, NCF e Fundação Bradesco, comprometeram-se com um aporte de até R$ 8 bilhões. O dinheiro arrecadado será usado para reforçar investimentos estratégicos em tecnologia, eficiência comercial e expansão dos negócios.
Restaram ainda 1,5 milhão de ONs e 14,6 milhões de PN não vendidas na primeira etapa. Essas ações serão negociadas em leilão na B3 na próxima sexta-feira, às 10h30. Considerando os preços atuais dos papéis, o leilão pode movimentar até R$ 280 milhões.
O aumento de capital do Bradesco é uma estratégia para fortalecer a posição financeira da empresa e apoiar seu crescimento futuro. O dinheiro será usado em investimentos que podem melhorar significativamente a eficiência operacional e a competitividade da instituição.
Impactos Econômicos:
- Capitalização: A captação de R$ 9,7 bilhões fortalece o caixa do Bradesco, permitindo maior flexibilidade financeira para investimentos estratégicos.
- Investimento em Tecnologia e Eficiência Comercial: O aporte possibilitará melhorias tecnológicas que podem reduzir custos e aumentar produtividade.
- Expansão de Negócios: Novas oportunidades de crescimento serão exploradas, potencialmente gerando mais empregos e investimentos no mercado brasileiro.




