A Coinbase, uma das maiores exchanges de criptomoedas dos Estados Unidos, entrou para a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) e agora faz parte do conselho administrativo. Essa entrada acontece em um momento crucial para o setor brasileiro de criptomoedas, com consultas públicas abertas pelo Banco Central (BC).
A Coinbase é conhecida por ser a maior exchange dos EUA e a única a ter suas ações listadas na bolsa. A empresa também guarda mais de US$ 273 bilhões em ativos para seus clientes.
O presidente da ABcripto, Bernardo Srur, afirmou que a associação enviará uma resposta ao BC nas próximas semanas com pontos e correções importantes sobre como o setor deve ser regulado. A entrada da Coinbase no conselho foi um processo natural de entendimento entre ambas as partes.
A consulta do BC incluiu propostas polêmicas, como a proibição do saque de stablecoins para carteiras digitais de autocustódia. Muitas empresas de criptomoedas criticaram essa ideia.
Fábio Plein, diretor da Coinbase para as Américas, destacou que o Brasil é uma prioridade global para a empresa e que a entrada na ABcripto permitirá trabalhar proativamente na proteção do setor. A associação também inclui outras empresas internacionais como OKX e Bitso além de corretoras brasileiras como Foxbit e Bitybank.
Como isso afeta o bolso do leitor?
A entrada da Coinbase no conselho pode trazer mais segurança e regulamentação para as criptomoedas, potencialmente protegendo os investidores. Isso também pode abrir portas para novos produtos financeiros baseados em criptomoedas no Brasil.
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