Acordo entre China e EUA segue pendente
O Ministério do Comércio da China afirmou que Pequim está disposta a aumentar as importações de produtos agrícolas dos Estados Unidos, mas apenas se houver uma implementação real do plano de redução recíproca de tarifas. O anúncio ocorreu após uma cúpula entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump em setembro, que propôs um pacote de US$60 bilhões em medidas comerciais.
Condições para avanço comercial
O plano inclui a compra de cerca de US$17 bilhões em produtos agrícolas dos EUA até 2024. No entanto, o acordo ainda não foi finalizado e depende da colaboração entre as partes para reduzir tarifas e barreiras comerciais. O porta-voz do Ministério do Comércio chinês destacou que a China espera mais acesso ao mercado norte-americano.
Progresso parcial nas compras
Análises mostram que a China já está caminhando para cumprir sua meta de compra de soja dos EUA, mas adquiriu apenas US$7,2 bilhões em outros produtos agrícolas (como carne e milho) entre janeiro e setembro. O valor esperado para 2024 é de US$17 bilhões anuais, com ajustes proporcionalmente para 2023.
Impacto no bolso do consumidor
Se o acordo for concluído, a redução de tarifas pode beneficiar os agricultores norte-americanos, mas também afetará preços no mercado internacional. No Brasil, importadores de produtos agrícolas podem sentir variações nos custos logísticos e na competitividade de commodities como soja e carne.
Como isso afeta o seu bolso
Se você tem ações em empresas brasileiras ligadas ao agronegócio (como integradoras de carne ou exportadores de grãos), a evolução desse acordo pode influenciar os preços dos ativos. Ainda que indiretamente, mudanças no comércio internacional impactam o custo de transporte e a demanda por insumos agrícolas.
Jota Finanças: Notícias, Análises e Educação Financeira.




