A Black Friday deste ano será uma oportunidade para o iFood mostrar que não é mais apenas um aplicativo de entregas de refeições, mas sim um ecossistema completo que busca resolver problemas do dia a dia dos consumidores. Com expectativa de crescer 60% nas vendas e descontos de até 80%, a empresa quer acelerar sua expansão em categorias como mercado, farmácia, pet shop e presentes — áreas que já respondem por 35% da receita total.
A campanha terá início com uma fase de aquecimento no próximo dia 19 de outubro, oferecendo promoções de até 60%, antes do lançamento oficial das ofertas de até 80% no mês seguinte. O iFood tem como base uma estrutura sólida que já ajudou a popularizar o delivery de refeições: um reconhecimento de marca, mais de 65 milhões de usuários e uma logística capaz de entregar pedidos em menos de 40 minutos — com o serviço Turbo reduzindo ainda mais esse prazo para até 20 minutos.
A empresa também destaca que 80% dos seus usuários têm acesso à compra em farmácias pelo aplicativo, com entregas rápidas. Isso pode ser crucial em situações de emergência e ajuda a explicar o aumento do volume de pedidos feitos durante a madrugada.
Como isso afeta o bolso do leitor
Para os consumidores, as promoções podem significar economia considerável em compras cotidianas. Descontos de até 80% em categorias como farmácia e supermercado podem reduzir custos mensais, especialmente para famílias que dependem desse tipo de serviço regularmente.
Como isso pode me impactar?
Investidores que possuem ações do iFood podem ver uma valorização no papel com o crescimento das vendas. A expansão em novas categorias e a eficiência da logística sugerem um potencial de aumento de receita, especialmente se as tendências de consumo por produtos como proteínas, suplementos e itens de autocuidado continuarem crescendo.
Além disso, a mudança no perfil de consumo da Black Friday — com mais foco em compras cotidianas do que em grandes aparelhos — pode impactar negócios que antes dependiam apenas desses períodos para movimentar vendas. Empresas de varejo e farmácias, por exemplo, podem se beneficiar desse novo comportamento.
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